sábado, 7 de dezembro de 2013

Escolhas

Eis que chega o tempo de retornar. Retomar o eixo, buscar as raízes...

A vida é feita de escolhas e todas elas têm as suas consequências.
Essa "coisa" de consequência nunca foi o meu forte e eu sempre me dei mal por isso. Mas tudo na vida tem limite e chega uma hora que você tem que tomar uma porrada de verdade pra ver se aprende de uma vez.
Infelizmente, muitas vezes, é preciso perder para aprender. E tem vezes que é preciso perder MUITO. Tomar um sacolejo de verdade.
Outras vezes, você tem que aguentar apenas as consequências das escolhas feitas por outros. Nessa hora você não tem muito que fazer, apenas aceitar e lidar com o que te restou.
Chorar pra quê? Gritar, espernear? Vai adiantar? Acho que não.... Chega um dia em que a maturidade te ajuda a aceitar mais calmamente as situações.
O fato é que a gente nunca pode ter tudo na vida, sempre é preciso abdicar de muitas coisas para se ter o que quer...e isso dói!

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Lá no fundo...

Porque as vezes a gente tem que chegar lá no fundo do poço pra perceber que tem algo errado? Não seria melhor e mais fácil de resolver se a gente percebesse antes? Mas como escolher isso, como escolher o momento de agir, de mudar as coisas antes de perdê-las?
Tem vezes que é tão difícil admitir que estamos com problemas e aí acabamos magoando a todos ao nosso redor e vamos inventando desculpas a cada dia para cada fato, sem nos darmos conta de que o problema é um só e reside dentro da gente. É muito difícil admitir o erro, e quando isso acontece e você olha pra trás e vê tudo que fez(ou desfez e destruiu) dá uma dor tão grande, mas tão grande que você acha que não será capaz de suportar.
Mas eis que chega a hora de ser forte. Forte pra assumir seus erros e suas perdas e seguir em frente ou então forte pra correr e tentar resgatar tudo que você estava destruindo. Não tem jeito, não tem escolha, ser forte é o único caminho. Não que seja fácil, mas tem que ser.


"...e foram todas aquelas lágrimas que caíram que expulsaram todo o mal que existia dentro dela, todo o sentimento ruim e a colocaram de volta do eixo. Foi também o sentimento se não estar só, de não ser só neste mundo que a impediram de fazer uma besteira ainda maior... e o arrependimento? Este sempre irá existir, mas eis que se aprende a lidar com ele..."

sábado, 9 de junho de 2012

Saudade x Nostalgia

Como diferenciar? Como saber qual o sentimento?
Segundo definições elas são diferentes porque a saudade pode cessar e a nostalgia não.
"Nostalgia é uma sentimento que surge a partir da sensação de não poder mais reviver certos momentos da vida."  Forte isso, né?
A saudade a gente pode "matar", na maioria das vezes...
Mas a pergunta é como saber se o que a gente tá sentindo é uma saudade, é uma vontade de matar essa saudade ou é apenas uma nostalgia, é apenas saber que você não pode mais reviver aquele momento, só se for nas lembranças?
Não é a primeira vez que toco num assunto assim por aqui, mas essa dúvida me assola e não consigo resolvê-la. Digo que sou nostálgica, que adoro ver fotos antigas, mas aí sempre vem a dúvida, será que é mesmo nostalgia ou eu ainda quero mesmo viver aquilo tudo de novo? Será que eu ainda POSSO viver isso de novo? Essa é a dúvida... é permitido? é seguro? ainda é real ou só imaginação?

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Romântico

Tem vezes que a gente sente vontade de ser romântico, meloso, ouvir músicas de amor e desenhar corações...
Nem sem sempre é preciso se estar apaixonado por alguém para ter esses sintomas
As vezes se está tão bem consigo mesmo, tão apaixonado por si, que é preciso "se dengar" um pouco...
Mas por outro lado, pode-se estar tão só que é só você com você mesmo e mais nada.

domingo, 29 de janeiro de 2012

É quando sua cabeça tá tão misturada com o coração e a culpa com o medo, que você começa a escrever 5 textos, apaga todos e acaba escrevendo qualquer coisa porque precisa colocar pra fora, só não sabe bem o quê!

domingo, 23 de outubro de 2011

Pra desabafar...

à meia noite.
à meia luz.
não tem você, não tem ninguém. não tem vinho, não tem som.
a luz da tela incomoda meus olhos, as vozes incomodam meus ouvidos e esse vazio dói na alma.
choro. não adianta, não há quem me socorra.
sonho. estes não me servem mais.

é preciso força, mas parece que não as tenho. a estrada está só no início (se é que ela já começou) e eu aqui sem vida, sem sol, sem brilho.
vejo tudo ofuscado ao meu redor, me parece brilhante, mas não consigo ver.

sigo caminhando mesmo assim, com medo de tropeçar e de cair, mas sigo. o que há mais para fazer?
vejo costas. todos a minha frente. caminho devagar, tento alcançá-los, mas não sei se estou no mesmo caminho...

sábado, 30 de julho de 2011

Por que saudade?

Saudade... Por que sentimos saudade de algo ou alguém?
Ter saudade é querer de volta? Ou simplesmente porque foi bom e pronto?
Certas coisas a gente não devia ter saudade. É, eu sei que a gente não escolhe, mas devia ser assim.
Certas coisas deveriam ser somente uma lembrança boa e não uma saudade.
E saudade passa? Assim, não falo de matar a saudade, mas o tempo se encarrega dela também? Acho que sim. O tempo amadurece ela.


Era uma vez uma história. Tinha todos os seus lados. Os bons, os ruins, os médios e os ótimos. Mas como toda história, ela teve um fim. Depois da história veio a saudade e a vontade de voltar pra história, mas como um trem, a história tinha sua hora de partir, e se foi. A saudade persistiu. Um dia ela desistiu, amadureceu, e como a lagarta se transforma em borboleta, ela transformou-se em lembrança.